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	<title>Farma Fórmulas &#187; Saúde</title>
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		<title>Energético investigado em casos de morte nos EUA é vendido no Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 04:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[energético]]></category>
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		<description><![CDATA[O, que está sendo investigado pela agência Food and Drug Administration (FDA), encarregada de regular alimentos e remédios nos EUA, após a morte de uma menina de 14 anos no país, é vendido também no Brasil. A menina americana, Anais Fournier, teve um ataque cardíaco depois de beber duas latas da bebida em dezembro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<img class="alignleft" src="http://www.mundocross.com.br/wp-content/uploads/2010/07/MonsterEnergyDrinkLogo11-438x262.jpg" alt="" width="438" height="262" />, que está sendo investigado pela agência Food and Drug Administration (FDA), encarregada de regular alimentos e remédios nos EUA, após a morte de uma menina de 14 anos no país, é vendido também no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">A menina americana, Anais Fournier, teve um ataque cardíaco depois de beber duas latas da bebida em dezembro de 2011.</p>
<p style="text-align: justify;">O energético é comercializado no Brasil desde abril de 2010, segundo o diretor geral de operações no país, Frederico Aniya. Ao G1, ele afirmou desconhecer casos semelhantes que tenham acontecido no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionado sobre a qualidade do energético, Aniya disse que a bebida é segura e que segue todas as normas estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). &#8220;É difícil comentar porque a gente não tem detalhes de como a menina consumiu [a bebida]&#8220;, disse. Segundo o diretor, o Monster Energy é vendido em todo território nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a autópsia do corpo da garota americana, Anais morreu de ataque cardíaco devido à intoxicação por cafeína, afirmam agências internacionais.</p>
<p style="text-align: justify;">A menina possuía um distúrbio que pode ter enfraquecido os vasos sanguíneos, segundo o médico responsável pela autópsia. Os pais da garota, no entanto, consideram que a empresa que produz o energético falhou em não colocar avisos sobre os riscos do consumo da bebida, e estão processando a companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma nota oficial em inglês enviada ao G1 na noite desta terça (23), a Monster Beverage Corporation, empresa responsável pela bebida, afirma estar entristecida pelo ocorrido com Anais Fournier, e anuncia seu pesar e simpatia à família. A empresa diz não acreditar que seus produtos são de alguma forma responsáveis pela morte da garota e pretende se defender da ação judicial movida pela família.</p>
<p style="text-align: justify;">A companhia afirma, entre outras coisas, que bilhões de latas de energéticos de várias marcas são vendidas em todo o mundo há cerca de 25 anos, e que desde que o seu produto foi colocado no mercado, em 2002, não há incidentes deste tipo registrados.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A empresa monitora as mensagens de consumidores que recebe e não está ciente de nenhuma fatalidade em nenhum lugar que tenha sido causada por seus produtos, e nunca antes foi objeto de algum tipo de ação judicial desta natureza&#8221;, disse a Monster Beverage Corporation, na nota.<br />
Cinco mortes<br />
Cinco casos de morte e um caso de ataque cardíaco estão sendo investigados pela agência americana. A porta-voz da FDA, Shelly Burgess, disse ao G1 que o órgão está analisando as mortes para saber se há relação com o consumo do energético. Ela ressaltou, no entanto, não haver uma ligação de causa e consequência comprovada entre os casos e a ingestão da bebida até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada lata de Monster Energy Drink possui cafeína equivalente a sete vezes à presente em uma lata de refrigerante de cola. Segundo agências internacionais, as latas possuem avisos que informam que a bebida não é recomendada para crianças e pessoas sensíveis à cafeína.</p>
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<p style="text-align: justify;"><strong>Latas da bebida energética Monster Energy Drink<br />
(Foto: Fred Prouser/Reuters)</strong></p>
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		<title>SUS deve baixar idade mínima de redução de estômago para 16 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 18:17:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde deve reduzir a idade mínima recomendada para cirurgia de redução de estômago pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de 18 para 16 anos. A proposta foi incluída em uma consulta pública, aberta no dia 24 de setembro e prevista para terminar na próxima segunda-feira (14). A partir daí, será feita a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde deve reduzir a idade mínima recomendada para cirurgia de redução de estômago pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de 18 para 16 anos. A proposta foi incluída em uma consulta pública, aberta no dia 24 de setembro e prevista para terminar na próxima segunda-feira (14).</p>
<p>A partir daí, será feita a versão final do texto, que será aprovado, publicado e começará a vigorar em todo o país.</p>
<p>A operação bariátrica é indicada para pacientes até 65 anos com obesidade grave ou moderada que tenham doenças associadas ao problema – como diabetes, hipertensão, colesterol alto e alterações nos ossos ou nas articulações.</p>
<p>Na opinião do endocrinologista Alfredo Halpern, do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo, a iniciativa do ministério acompanha uma tendência observada na população, e no futuro essa faixa etária pode ser ainda menor.</p>
<p>&#8220;Acho a medida ótima. Antes, só não se operavam adolescentes porque não havia estudos clínicos com eles. Além disso, o risco em pacientes jovens é menor&#8221;, diz o médico, que também já operou pessoas com mais de 70 anos e viu casos de adolescentes de 13 sendo submetidos ao procedimento no HC, com autorização dos pais.</p>
<p>&#8220;Esse intervalo dos 16 aos 65 anos é apenas um protocolo, pois o médico pode indicar a cirurgia bariátrica em casos extremos, que fogem desse limite&#8221;, afirma Halpern.</p>
<p><strong>Outros pontos</strong></p>
<p>A consulta pública do ministério também aborda questões como a estrutura hospitalar para atender aos pacientes obesos, como materiais e equipamentos necessários. Deve haver leitos e salas de cirurgia apropriados e capacidade para cuidar de eventuais complicações no pós-operatório.</p>
<p>A equipe médica mínima deverá contar com um cardiologista, um anestesiologia e enfermeiros. Além disso, o hospital precisa ter de forma permanente: clínico geral, pneumologista, endocrinologista, angiologista/cirurgião vascular, cirurgião plástico, nutricionista, psiquiatra/psicólogo, assistente social e fisioterapeuta.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://gazetaweb.globo.com/noticia.php?c=325011&amp;e=7" target="_blank">Gazetaweb</a></p>
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